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Quem entra nessa de genealogia é preso pelos antepassados nos seus tempos e de lá não consegue mais sair!
Fazer pesquisas genealógicas e fazer uma viagem no tempo.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Quando buscamos as trilhas dos antepassados chegamos a ter saudades de um tempo que nem vivemos.

Nestes anos quando me dediquei às pesquisas de nossas origens acabei por me tornar mais íntimo da história de cada um dos nossos antepassados, entender mais o porquê da vida de cada um e dos rumos que o destino tomou para cada um daqueles personagens. A viagem foi se aprofundando a cada dia que passava até ao ponto de parecer que que já tinha vivido aquilo. Com isso, em certos momento chego a ter saudades daqueles tempos mesmo sem ter estado fisicamente naquele período do tempo.
Essa viagem no túnel do tempo acabou por me revelar outros tantos personagens da histórias de outras pessoas onde eu, sem ser convidado, acabei também por "bisbilhotar".

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

AMARO DA SILVA LEMES

Clique na imagem para ampliar!
Acima árvore genealógica feita pelo padre Rocha Branco (22/10/1923).
Amaro, um dos filhos de Vicente da Silva Leme e Escolástica Joaquina do Monte Casino (da Ribeira), como não se casou com a maioria dos seus irmãos com filhas de Manuel Borges da Costa e Ana Francisca de Jesus (neta de Júlia Maria da Caridade e Diogo Garcia)quase não aparece nos nossos estudos da árvore da Família Silva Lemes. O fato é que a obra "As quatro ilhoas" do primo José Guimarães, com base em pesquisas do pároco José do Patrocínio Lefort, trata mais da descendência das três irmãs vindas dos Açores que por um capricho da história trocaram o Uruguai, destino para elas traçadas pelo Rei de Portugal, para gerarem por aqui um grande tronco familiar do qual pertence, além de nós Lemes do Sul de Minas, os Junqueira, os Arantes e outras famílias.

Amaro da Silva Lemes que foi casado com Ana Luiza de Barros, deixou uma vasta descendência em nossa cidade que no entanto grande parte não herdou o seu sobrenome pois existem ligados geneticamente às suas filhas, que ainda estou pesquisando junto aos arquivos da Mitra Diocesana da Catedral de Campanha, base de dados da IJSUD.
Em nossa cidade existe uma grande família que assina Oliveira,descendentes de João de Oliveira e Ana Teodoro da Silva. Ana era filha de Amaro.

Desses Oliveira descendem várias pessoas que nunca imaginaram essa ascendência por que hoje não carregam o nosso sobrenome. Alguns até ouviam dos seus avós sobre essa possibilidade, como os "Lopes Manes", que como o Professor Francisco Manes.
E, foi com a ajuda de "Chiquinho Manes" que acabamos por nos empenhar e descobrir essas novas velhas ligações com os nossos ancestrais.
Descendem também desse Silva Lemes, alguns Paiva da vizinha cidade de Campanha e descendentes.
Os trabalhos ainda não estão concluídos. Mas, logo logo estarão à disposição dos nossos leitores e primos do Brasil e do exterior.

Amaro, diferentemente de muitos dos seus parentes, era um homem letrado para os padrões daqueles tempos, fins do Século XIX. Como prova, descobrimos que ele servia com Cassimiro Marciano da Costa, de auxiliar do pároco local transcrevendo e assinando os processos de casamento, principalmente aqueles que visavam apurar a consaguinidade que eram enviados às autoridades católicas superiores para deferimento.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Londres ( - 10 c )

Foto enviada por Joice E.Lemes.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Que fria!...

 
Esta foto nos foi enviada por Joice Lemes que está enfrentando mais ou menos uns dez graus negativos lá por Londres.Enquanto isso, nós por aqui ficamos com o mesmo frio no coração.
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Que o seu Natal seja encantado como o sorriso da priminha Sarah!

Sarah, filha de Ana Paula, filha de Deuscélia, Filha de Rolando, Filho de Benjamim, Filho de Antônio Amâncio da Silva Lemes, filho de Justino da Silva Lemes e Joana Tertuliana Lemes* , filho de José Vicente da Silva Lemes, filho de Vicente da Silva Leme, filho de Jose da Silva Leme e Rosa Maria Goulart (primeiros Lemes de Cambuquira), José filho de Mécia da Veiga Leme.....
*Joana, filha de Antonio Joaquim, filho de Vicente da Silva Leme...
Suas mais antigas avós Alexandrina e Feliciana, filhas de Manoel Borges da Costa, filho de Maria Joaquina de Gouvea, filha de Ana Izabel de Gouvea, filha de Rosa Leme do Prado, filha de Antonio da Rocha Leme e Antônia do Prado Leme, n-neta de Luzia Leme, filha de Aleixo Leme, filho de Matheus Leme, filho de Pedro Leme, filho de Leonor Leme, filho de Antão Leme, filho de Antônio Leme, filho de Martim Leme, filho de Martim Leme, filho de Antônio Leme, filho de Maertem Lem, filho de Willem Lem e Clair Van Beernem( moradores de Bruges, hoje Bélgica).



quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Mais um médico na família

Clique na foto para ampliar!
Dr. Daniel Rogério (Lemes*) Mendes Fernandes, na foto com sua irmã Samira e seus pais Fátima e Pedro, formou-se recentemente em medicina pela Unicamp com especialização em "infectologia".
Daniel é tri-neto de Cláudio Amâncio da Silva Lemes, tetra-neto de Antônio Joaquim da Silva Lemes, penta-neto de Vicente da Silva Leme, José da Silva Leme, .... sendo octa-neto de Rosa Leme do Prado ( filha de Antônio da Rocha Leme,... ver arvore original )
Nossas congratulações!...
* Não herdou o sobrenome.
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Homenagem aos Lemes de Cambuquira-mg

No quadro acima, fotos de alguns descendentes dos primeiros Lemes, antigos proprietários das terras onde hoje é Cambuquira. Homenagem feita pelos alunos do Colégio Estadual Clóvis Salgado na festa dos 100 anos da cidade.
No meio dos Cambuquirenses, alguns parentes como Vital Brasil, Martin Lems( do qual todos descendemos) e um Presidente da República.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

A cidade menospreza os antigos proprietários daquelas terras.

Infelizmente, Cambuquira, origem mineira de nossa família, parece menosprezar os antigos proprietários das terras onde hoje se localiza a cidade. Nem a história escrita, talvez por falta de dados históricos, tem mais detalhes. Não se sabe como a família foi para aquelas terras e nem o motivo.

Eu, como descendente e pesquisador das origens, tenho as minhas hipóteses. José da Silva Leme, era neto paterno de Manoel da Cunha Gago, de uma família de desbravadores dos tempos do Brasil Colônia. Seu irmão, ou tio, Simão da Cunha Gago, foi o fundador da cidade de Resende no Estado do Rio de Janeiro. Portanto, os Cunha Gago devem ter chegado à região à procura de ouro e como não descobriram quase nada por aqui, passaram à atividade agrícola.

José da Silva Leme, que não sei porque "da Silva", herdou o sobrenome "Leme", como já citei neste blog, de sua mãe Mécia da Veiga Leme , senhora originária de Mogi das Cruzes, conforme nos passou a história pelo trabalho de seu trineto José (da Silva Lemes) Guimarães.

A história dá mais valor aos escravos dos quais o legado deixado pelas filhas de José da Silva Leme fora desapropriado do que aos antigos donos que deram infraestrutura básica ao desbravar a região montando ali uma fazenda produtiva. Como prova disso, os próprios escravos da família premiados pela dedicação pela três irmãs de Vicente da Silva Leme, talvez o primogênito do casal fundador da Fazenda Bella Vista, Ana, Joana e Francisca da Silva Goulart, assim chamadas pelo sobrenome da mãe Rosa Maria Goulart. Por causa disso, a história cita a Família Silva Goulart (ou Gularte) que na realidade era a Família Silva Leme.

Acredito que a antiga fazenda por ficar entre a cidade-sede da região e os povoados que deram origem a Três Corações e S.Tomé das Letras, ligados via região de Cruzília à s cidades de Aiuruoca e Baependi, municípios quase tão antigos como a sede Campanha.

Por outro lado, um descendente de um mercador de escravos, também residia próximo na sua fazenda no lugar chamado de Palmital, nome que às vezes é confundido com Palmital, antiga fazenda de Guilherme da Cunha Gago e Mécia da Veiga Lemes, que na realidade se chamava "Palmital do Caxambu" em Baependi.

Vicente da Silva Leme é o que mais deixou descendentes na cidade. Dos filhos deste, Antônio Joaquim da Silva Lemes (já com "s" no sobrenome) foi o que mais trabalhou pela cidade. Mesmo assim, esse homem não é lembrado em nenhum lugar e mesmo se perguntarmos aos descendentes quem era ela, não saberão com certeza responder.

Antônio Joaquim foi o pai do Cap.Cláudio Amâncio da Silva Lemes, membro da primeira casa legislativa da cidade que depois se transformou na nossa "Câmara Municipal".

Voltando a Antônio Joaquim, lembro que ele foi o líder na construção da primeira igreja da cidade, que se tivesse sido preservada estaria ali ao lado esquerdo da atual matriz ( onde até pouco tempo existia um cruzeiro). Estavam nessa empreitada de construção do primeiro templo, os seus irmãos: José Vicente da Silva Lemes, com vários descendentes como Antônio Joaquim na cidade e região, Tomé da Silva Lemes, também com ampla descendência e João Evangelista, sem descendentes confirmados na região.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Nossos parentes próximos em Goiás.



Recebi o e-mail abaixo, que achei interessante e também, quem sabe, possa servir de base para que algum outro curioso do nosso clã que venha se interessar nos ajudar na solução dessa origem que sem sombra de dúvidas deve ser a mesma que muitos de nós.

Família Lemes oriunda de Três Corações MG
Benedito-Carlos LEMES

A foto acima (encontrada na net) é de Walter Carlos Lemes, nosso primo e desembargador em Goiás


MENSAGEM:

Por acaso encontrei o seu "Sitium" na internet e resolvi enviar esta mensagem, com respeito a sua pesquisa sobre a Família LEMES. O meu avô era natural dê Três Corações, no Sul das Minas Geraes. Ele chamava-se Antônio Carlos LEMES. E, o pai dele, IDEM, chamava-se Antônio Carlos Lemes.Só que o meu avô segundo me relatava meus pais na infância era filho ilegítimo, de um fazendeiro daquela região, com um senhora chamada Maria Dias. Isto, eu pude constatar no registro de nascimento de meu pai que não consta o nome do avô paterno, naquela época era assim. Só que ele foi registrado com o mesmo, nome do pai biológico,Antônio Carlos LEMES, em homenagem ao dito cujo. Na lenda familiar consta tb que o pai dele o bisavô, tinha grande estima por ele. Ele comerciava gado, casou-se com uma moça de"Espírito Santo da Forquilha", acho que hoje Nepuceno, não tenho certeza, chamada Ambrosina Alice da Costa, tiveram cinco filhos e estabeleceram-se em Goiás, onde foram fazendeiros, e criaram numerosa prole, só na minha família foram onze (11), sendo que qdo meu pai morreu já tinha até bisnetos, como tinha mais quatro irmãos/ãs. Pode imaginar a quantidade de Lemes que produziram em Goiás. Inclusive um primo que desembargador aqui em Go. Walther Carlos LEMES, filho d'um irmão de meu pai... Conto 61 anos atualmente e sou tio bisavô de vários LEMES. Engraçado que eu já havia visto essa origem dos Lem de Bruges, na "internet" e inclusive comprei esse brasão com as Merletas, mas só por comprar não acreditava muito, naquilo, mais p'ra fazer marola e decoração.Mas fiquei impressionado com sua dedicação e pesquisa. Pois os LEMES, goianos na sua maioria, são do Ramo bastardo de um Antônio Carlos Lemes, de Três Corações, sei que em varginha e Monte Verde sul de Minas tb, há muitos Lemes, existe até um povoado, vila ou aldeota de nome Serra dos Lemes, sempre supus que fôssem meus parentes do ramo legítimo. Mas nunca dei pelota p'ra coisa. Meu pai chamava-se Nestor Carlos LEMES, segundo filho numa família de cinco outros, neto e filho Antônios Carlos LEMES,originários do Sul das alterosas .Casou-se tb com minha mãe que de pura cepa lusitana: Castro e Pereira Machado oriundos do TRÁS-OS-Montes.. Estou enviando essas informações por enviar, não acredito que elas tenham nenhuma relevância ou interesse na sua pesquisa... mas nunca se sabe... se contribuir p'rá algo, ótimo, faça bom uso...

Abraço do Benedito-Carlos LEMES---------------------------

Segundo e-mail.

Olá, caríssimo Gilberto, provável Primo (quase) quase com certeza..

Que agradável surpresa, não contava com a sua presteza em contestar a minha mensagem, aliás não tinha certeza de que havia chegado ao destino, pq não ficou registrada na minha caixa de mensagens enviadas... contudo o definitivo, é que não só chegou, como vc já me respondeu.

No tocante á sua indagação, da data de nascimento do meu avô tricordiano, creio que foi por volta de 1872 e 1876, a julgar pela data de óbito de meu pai, que foi em 1974, qdo ele contava 66 anos, ele nasceu em 1908.

Todavia, suponho isto, pq ele era o quarto filho de seis, filhos nascidos vivos. No e-mail anterior, equivoquei-me notificando apenas cinco... e portanto, espaçando dois anos, entre cada um, fiz a suposição, da provável data de nascimento do meu avô .. (que segundo ouvi falar,na infância), tb chamava-se Antônio Carlos Lemes, O qual seria casado, e grande fazendeiro nessa região Três-Corações.

Este senhor, e teve um filho (na época chamado "natural"), fora do casamento, com uma Sra. chamada Maria Dias, nome que consta no Certidão de Nascimento de meu pai, como sua avô paterna, todavia, ele( o meu avô) trazia o sobrenome LEMES, e não o Dias (da mãe) como era de se supor. Como era filho ilegítimo o nome do pai dele(no caso meu avô) ,não constava na sua (dele) Certidão de Registro civil, e portanto não consta o nome do pai de meu avô na sua (dele) Certidão, só o nome da mãe.. Contudo, foi o sobrenome LEMES herdamos meio na contramão da legalidade da época.... Assim sendo os descendentes do ramo goiano, dos LEMES, vem do viés bastardo... a vida é assim arma cada uma... !!!

Naquela época provavelmente, Cambuquira poder-se-ia ser algum distrito de Três-Corações,... não sei pq nunca estive nessa região e não sei nada da evolução/divisão político administrativo dessa região... creio que no caso vc está mais próximo, e poderá tirar suas próprias conclusões. Diziam que ele, mesmo teria exigido que se colocasse o seu nome no filho, sendo este muito estimado por ele. O problema é que não tenho parâmetros p'ra saber com que idade ele teria tido esse filho com a referida senhora, pq naquela época os fazendeirões, as vezes já com certa idade, relacionavam com mulheres muito mais jovens... exatamente como hoje... o melhor viagra é a parceira (físicamente atraente)

E ele teria sido seu protetor, enqto vivera, dando -lhe inclusive garrotes, "Marruazes" p'ra ele negociar e começar sua vida, e meu vô era realmente boiadeiro, conta-se que passava meses tocando boiadas entre o Sul de Minas e sul de Goiás... onde veio estabelecer e tornou-se fazendeiro, vindo a falecer, em Uberlândia na década de 20, qdo trazia uma grande manada (boiada) de bois p'ra comerciallizar. Consta que era uma pessoa extremamente alegre e farrista.. festeiro, chegado em organizar procissões e levantar Cruzeiros (Grandes Cruzes), nos montes onde morava.

Os meus tios mais velhos irmãos do meu pai foram lá, em Uberlândia p'ro enterro dele, e voltaram "montados" em grana segundo consta os comentários familiares ouvidos na minha infância...

Dizem que o meu pai era o favorito dele, e o que mais parecia com ele.. se for verdade, é terrível pq o velho meu pai era um terrível festeiro, alegre e super mulherengo... conto isto só p'ra dar uma pista dos possíveis traços de temperamento... E mais minha família é muito branquinha...e de olhos azuis ou verdes quase todos... mas de estatura pequena... isto na ´minha família nuclear e nas de meus tios .... o raio do problema é que os de minha mãe tb o são.... e aí complica.

Só que os temperamentos são antagônicos meu pai era emoção, animação até com muita irreverência, todavia certo grau de braveza.Esta é a imagem dos LEMES que conheço.Exatamente o oposto do pessoal de minha mãe... (os lusos) que eram racionais, calculistas, dissimulados e cheios de manha ibérica.

O mais curioso é que a maioria de todos os Lemes nascidos até 1980 todos trazem o Carlos Lemes,como sobrenome.. é enorme a quantidade de primos e primas que chamam Carlos Lemes,claro muitas delas ao casarem-se retirou o sobrenome paterno..mam eu mesmo devo conhecer no mínimo três dezenas de Carlos Lemes... sempre em homenagem a esses Lendários avô e bisavô... portanto, o prestígio da Lenda existe.... eles só não sabem da vertente flamenga do nome... pensam até que é português... dado o prestígo dos lusos como navegantes e o leme ser uma peça chaves de navio... e tb em função dos bandeirantes do mesmo nome...

Desculpe-me pela prolixidade... mas tentei reunir todas as memóris da minha infância Nasci uma fazenda do sul de Goiás. trabalhei na juventude no Consulado da República Federal da Alemanha.No caso, eu falo alemão, já estive umas duas vezes em Bruggen/Bruges na Bélgica e consigo ler o Nerlandês/flamengo com certo grau de dificuldade mas leio O mesmo é mais ou menos assim como o italiano (toscano), oficial é parecido com o português... e Lem realmente significa, argila, greda ou seja barro de cerâmica... foi por aí que comprei o brazão dos Lemes... mais por farra.. Aliás Bruggen (em flamengo) é lindíssima... mas flamengo (= Neerlandês com sotaque local)é muito mais complexo e difícil que o alemão. aliás quem acha que português é dificil nem pode imaginar o que seja o neerlandês.... quase impossível

GRANDE Abraço do seu provável primo Benedito-Carlos LEMES da grande e prolífica tribo dos Lemes flamengos, na diáspora.... lusa, pelos cinco continentes Europa, Ásia, África e Oceania...

Quem tiver mais informações que nos ajude decifrar esse enigma!

E a história continua... (veja abaixo! )

Olá Gilberto! Acho que realmente somos primos..... Veja lá: Acho que matei a charada o pai do meu avô,Antônio-Carlos Lemes, foiquase de certeza Manuel Antônio da Silva Lemes, com a terceira esposaDeolinda MARIA DIAS. P'ra confirmar basta saber, qdo eles casaram, ou juntaram ospanos,lendo sobre eles, descobri que ele teve apenas um filho, aindanão identificado pelos pesquisadores, fruto desse 3º casamento. Portanto, acho que as histórias que escutei na infância de que o paide meu avô chamava-se tb Antônio-Carlos Lemes´, é lenda e foi sempreminha mãe que dizia isto. Apesar de toda a sua (dela)imponência achoque chutava... Creio que ele, é mesmo o MANUEL ANTÔNIO da SILVALEMEs. O povo daqui de Goiás, por essa época era muito atrasado, ERAUM SERTÃO VIRGEM, E O POVO MUITO ILETRADO, incluindo os tabeliões, eao que parece, não era muito diferente, no descampado, geral do país. Não se davam, por verificar nada, escreviam o que os ignorantesdiziam-lhes, ajambravam qdo não sabiam, Pro Forma. Mas só de registraro nascimento de criança, já prova uma certa procedência.Berço,/efeitos legais. Porque a maioria dos nascituros naquela época,em geral, nasciam e morriam sem sequer ser registrado por essasbandas. Digo isto, pq no Certidão de Nascimento de meu pai, realmente nãoconsta o nome do avô paterno só o da avô materna.... (?!) que era.... Maria Dias.... e a 3ª esposa do MEU PRESUNTIVO BisaVÔ, segundo o"Sitium" (SITE) da pesquisa tinha o nome DEOLINDA antes do MARIA DIAS. E não custa nada, que quem quer que tenha efetuado o registro donascimento de meu pai, no Cartório, naquela época, simplesmente, nãosabia o nome do avô paterno dele e o omitiu, - (mas sabia o do pai dacriança nascida) - já que no mínimo o meu avô, não estava presente pqele vivia em cima d'um cavalo tocando boiadas, de SP, MG p'ro sul deGoiás... E portanto, o meu pai ficou sem os dados do avô dele noCertidão de Nascimento.l Tb no Cert, de Nascimento do meu pai não constam os nomes dos avósmaternos, ou seja os país de sua mãe... Daí a minha dedução lógica.Creio que toda essas fatos, são produtos da leniência do contextosócio-histórico-cultural daquela conjuntura, onde essa área aqui, doCentro-Oeste, era um verdadeiro "far-west", gente dque chegava detodos os confins do país, ou seja nova fronteira agro-pecuária emexpansão, predominando a criação extensiva de gado, p'ros charqueadospaulistas... O meu pai nasceu em 1908, já em Goiás, seus três irmãos mais velhosnasceram ainda no Sul de Minas onde não sei precisar sei, que era delá já faleceram todos, os meus tios... Análise, Gilberto e veja se tenho ou não razão pq esse meu avôAntônio-Carlos LEMES, veio de Três Corações, qto a isto não hádúvida.É coisa certa.!... inqüestinável. Gerou 5 filhos, aqui no sulde Goiás, e estes todos, excepto hum tiveram muitos filhos. Só naminha família somos 11 do primeiro casamento de meu pai e mais 8 desegundas e3ª relação dele, com duas diferentes mulheres. Todos herdaram o LEMES... de meu avô tricordiano. O filho de MARIADIAS,que sou levado a crer que se trata de Deolinda Maria Dias com Manuel Antônio da Silva LEMES.. ou seja o "o filho ainda nãoidentificado", conforme está na página.

o QUE VC ACHA? TEM FUNDAMENTO A MINHA ESPECULAÇÃO E INTUIÇÃO... OUTRACOISA, É a ESPANTOSA A SEMELHANÇA DAS FOTOS DA cAPITÃO CLÁUDIO E SUASIRMÃS COM OS MEUS IRMÃOS E IRMÃS JÁ (TODOS) ACIMA DA CASA DOS 6OANOS... hÁ OUTRAS FOTOS SUPER PARECIDA TANTO DE JOVENS QTO DEIDOSOS.... "SE NO FOR VERO É BEN TROVATO" MUITA COINCIDÊNCIA....

GRANDE ABRAÇO benedito-CARLOS Lemes

Na minha opinião, não há mais dúvidas. Está completa a rede...
Bem vindo ao clã Lemes das Minas Gerais, meu primo goiano..
A foto ao lado é de Cláudio Amâncio, irmão de Manoel Antônio da Silva Lemes.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Quem sou eu

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Servidor Público, Bel em Direito, gosto de genealogia.