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Quem entra nessa de genealogia é preso pelos antepassados nos seus tempos e de lá não consegue mais sair!
Fazer pesquisas genealógicas e fazer uma viagem no tempo.

domingo, 28 de abril de 2013

Mineira entra para o seleto grupo de pessoas que ultrapassam 11 décadas

Dona Josefina completou 111 anos. Natural de Rio Espera, na Zona da Mata, ela mora com filhos e netos em SP.

São Paulo – Passar por duas guerras mundiais, 11 papas, 19 Copas do Mundo, 25 presidentes do Brasil, 26 Jogos Olímpicos e ainda esbanjar lucidez e vitalidade é um privilégio para raras pessoas no planeta. Aos 111 anos, dona Josefina Neto de Assis Silveira é exemplo de vida para qualquer um. Nascida em Rio Espera, na Zona da Mata, em 22 de março de 1902, ela é a matriarca de uma família de mineiros que se estabeleceu na capital de São Paulo há cinco décadas Leia mais (clique)
Fonte: Jornal Estado de Minas.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

O casamento de Vicente da Silva Lemes e Escolástica do Monte Casino

Clique na imagem para ampliar!














Na imagem acima está a reprodução do que podemos classificar como "o registro de nascimento do maior grupo familiar de nossa cidade, os "Lemes".

Pela assinatura, bem nítida do noivo "Silva Leme" dá para ver que ele não era analfabeto como a maioria e que tinha uma boa educação escolar, o que mostra a sua grafia bem atual.

A partir dos filhos deste casal é que os descendentes passaram a assinar "Lemes" no lugar de "Leme" dos pais do noivo acima.

No documento copiado dos livro de Registros Paroquias da cidade de Campanha, temos, conforme pude interpretar: (mais ou menos isso:)

"Aos vinte e um de abril de mil oito centos e três nesta Matriz da Vila da Campanha da Princesa depois de feitas as demonstrações canônicas sem resultar impedimento algum conforme Sagrado Concílio Tridentino e Constituição; e com providencias do Douto Vigário.........presentes Vicente da Silva Leme,filho de José da Silva Leme e Rosa Maria Gularte, Escolástica Joaquina do Monte Casino, filha do Alferes Thomé Martins Ribeiro e Maria Ignácia de Lima naturais de Baependy, nesta freguesia..............
Vicente da Silva Leme (assinatura) e João Luiz Braga da Silva Correia (creio)
Padre Francisco José de Sampayo "

Descendem deste casal milhares de pessoas de nossa cidade, região e de muitos outros lugares do país e até do exterior  que têm na sua história genealógica um pouco de seus DNA. Em Cambuquira, grande maioria, além dos Lemes, inclusive alguns negros, têm ligações com estes pioneiros: José da Silva Leme e Rosa Maria Goulart (Gularte)

sexta-feira, 8 de março de 2013

Nossos "avós" Guilherme da Cunha Gago e Mécia da Veiga Leme.

Guilherme da Cunha Gago foi filho de Manoel da Cunha Gago e de Maria Bicudo,também citada como Maria Bicuda*.E esta, filha de Sebastião Bicudo de Siqueira (ou de Mendonça) e Izabel Ribeiro.
Seu pai, Manoel era neto ou bisneto de Henrique da Cunha e Felipa Gago,que vieram  para Capitana de S.Vicente na companhia do Governador Geral Martim Afonso de Souza. Felipa era parente próxima do donatário Antônio Oliveira, cavalheiro fidalgo da casa de el-rei D. João III de Portugal.

Em 1726, como consta nos registros da Igreja de NS do Montserrat (Baependi-MG) ele ainda casado com Brígida Sobrinha de Aguiar, batizaram o filho João (não cita o sobrenome). e, em 1724 (02/04/1724) batiza o seu filho de mesmo nome casa-se que em 1747 casa-se com Rosa Godoy.
Em 1730 Guilherme e Mécia da Veiga Leme com já era casado, depois de ter se enviuvado de Brígida, foram padrinhos de Diogo, filho de Diogo Dias e Luzia Moreira.
Guilherme aparece como já falecido em 1756 quando houve o casamento de seu filho Jerônimo da Veiga Leme com Ana Angélica da Silva, este filho dele com Mécia da Veiga Leme de quem herdou o sobrenome.
JOSEPH (José da Silva Leme) seu filho que viria mais tarde para Cambuquira, casado com Rosa Maria Goulart (Gularte) foi batizado em 02/06/1737, concluindo que este talvez fora o seu filho mais novo
Mécia se casou com Manuel Maxado (Machado) e dela não se tem mais dados até o presente momento.

A existência do nome Jerônimo da Veiga Leme nos remete ao sertanista paulista Jerônimo da Veiga (1609), pai de outro sertanista e companheiro de Fernão Dias Paes Leme chamado Baltazar da Costa Veiga (1674),  membros da família com a qual teríamos ligações genéticas ainda não confirmada nas pesquisas

* Bicuda - Como era de costume "afeminava-se" os sobrenomes quando acompanhavam os descendentes do sexo feminino que nem sempre levavam o apelidos de família normalmente

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Da família Lemes


ERIC LEMES

Analista de Sistemas formado no Unis MG é Referência no Mercado

Ter, 02 de Outubro de 2012 13:59
Eric Lemes se formou no curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas no Centro Universitário do Sul de Minas e já conseguiu uma boa colocação. Ele trabalha na empresa PMK Involvement Marketing em São Paulo, que também atua em vários países como França, Espanha, Itália, Polônia entre outros. 
Eric é responsável pelos sistemas web, estrutura de banco de dados, manutenção de sistemas e coordenação de novos projetos. “O curso contribuiu muito para alcançar meus objetivos, graças à formação de qualidade diferenciada, atualizada e voltada ao mercado de trabalho que obtive. Hoje não enfrento dificuldades para enfrentar novos desafios”, afirma. Ele ainda reforça que “para ser um bom profissional da área é necessário ler bastante, conversar com profissionais formados, e o mais importante: para obter sucesso é preciso ter dedicação, independente do curso escolhido”. 
Faça como o Eric. Tire seus planos do papel. Faça Vestibular Unis 2013. Acesse o site clicando aqui

NB - Bem, pai coruja não pode se manifestar.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Hospedaria dos Imigrantes agora tem acervo online

Podem ser consultadas informações sobre os estrangeiros que chegaram ao local entre 1882 e 1973, além de cartas, mapas e outros documentos

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".....o www.museudaimigracao.org.br passa a abrigar 87.640 imagens históricas, 3.223 cartas, 2.824 mapas, 9.740 documentos iconográficos, 2.098 recortes de jornal e informações como nome completo, data de nascimento e origem dos cerca de 1,5 milhão de imigrantes que passaram pela hospedaria. "São estrangeiros que chegaram ao Brasil de 1882 a 1973", diz o responsável pela digitalização dos dados, Lauro Ávila Pereira, diretor de Preservação e Difusão de Acervo do Arquivo Público do Estado." 
Além de estrangeiros, o arquivo também tem registro de brasileiros vindos de outras partes do país e que se socorreram nos mesmos lugares dos estrangeiros.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Mais um parente famoso dos Lemes

Cardeal Dom Sebastião Leme
   Chega ao Rio, como arcebispo coadjutor, o cardeal Leme. Verifica a situação criada para a Igreja, com a projetada estatua no Corcovado. Compreende, e logo se manifesta ao clero o seu ponto de vista, que não se podia voltar atrás, sem desprimor para a consciência católica. Outras obras havia mais urgentes e necessárias. Sobre todas, porem, se impunha, pelas circunstancias, a construção do monumento ao Cristo Redentor. Tornava-se necessária e inadiável a Obra do Monumento. Começou-se então o trabalho de mais intensa propaganda, seguido da arrecadação de esmolas. 
Dois grandes movimentos foram realizados na arquiocese. E, com auxilio de donativos vindos de outras dioceses, dentro em pouco, estava resolvida a questão financeira da grande Obra, que veio a orçar por mais de 2.500:000$000.
  Em setembro de 1922, no alto do Corcovado, os católicos brasileiros, ali representados pelo eminentíssimo sr. Cardeal Arcoverde, por Dom Sebastião Leme, arcebispo-coadjutor do Rio de Janeiro, por diversos membros do episcopado, núncio apostólico, cabido, clero secular e regular, foi desfraldada uma flâmula com o dístico Salve Redentor, no mesmo lugar onde seria construída a monumental estatua, homenagem do Brasil católico. (extraído do texto original)

Leia a matéria completa (clique)
Fonte: proerdpinhal
Apesar da importante participação na construção desse monumento, matéria em O Globo em homenagem aos 80 anos do Cristo Redentor, não deram destaque ao nosso parente. Veja no link abaixo!
http://oglobo.globo.com/clique)

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Metade da Europa Ocidental é 'parente' de Tutancâmon (E, nós, com certeza, estamos nessa!...)


Metade de todos os homens da Europa Ocidental é 'parente' do antigo faraó egípcio Tutancâmon. É o que aponta o estudo de cientistas de um centro de genealogia na Suíça, que reconstruíram o perfil genético do faraó que comandou o Egito há 3.000 anos, seu pai, Akhenaten, e o avô Amenhotep III.
Os resultados mostram que Tutancâmon pertenceu a um grupo de perfil genético conhecido como R1b1a2, o mesmo de metade dos homens da Europa Ocidental —  70% no caso de britânicos e espanhóis e 60% no dos franceses. Isso quer dizer que todos esses indivíduos compartilham um mesmo ancestral.
Com tantos parentes na Europa, é de se imaginar que a maior parte do Egito, terra natal do antigo faraó, também seja 'parente' de Tutancâmon. Mas não. Menos de 1% dos egípcios pertencem ao mesmo grupo genético, de acordo com iGENEA, o centro suíço que realizou o estudo.

Os especialistas acreditam que o ancestral comum viveu no Cáucaso, uma região na fronteira da Ásia com a Europa, há 9.500 anos. Estima-se que a migração do grupo R1b1a2 para a Europa começou com a disseminação da agricultura há 9.000 anos. Contudo, os pesquisadores não sabem como a linhagem paterna de Tutancâmon foi parar no Egito. Agora, o iGENEA está utilizando exames de DNA para procurar os parentes vivos mais próximos do faraó egípcio.
(Com Agência Reuters) via Veja Online.

Estrutura e Formação Genética do Povo Brasileiro

O geneticista Sérgio Danilo Pena, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), apresentará a conferência "Estrutura e Formação Genética do Povo Brasileiro", no dia 11 de agosto, em São Paulo. O evento, promovido pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP), integra o Ciclo Ciência Avançada, que comemora os 25 anos do IEA. A conferência será realizada a partir das 17 horas, no Auditório do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.

Na conferência, Pena explicará o uso de diferentes ferramentas moleculares para caracterizar o "ancestroma brasileiro", expressão que ele cunhou para remeter à totalidade das características genéticas das três principais populações constituintes do povo brasileiro: ameríndios, europeus e africanos.

Segundo ele, estudos iniciais com marcadores de cromossomo Y e DNA mitocondrial mostraram um padrão de elevados níveis de mistura genética de reprodução direcional entre homens europeus e mulheres ameríndias e africanas. A alta variabilidade individual observada, segundo ele, sugere que cada brasileiro tem uma proporção singular das ancestralidades ameríndia, europeia e africana em seu genoma.

Médico formado pela Faculdade de Medicina da UFMG, Pena fez o doutorado no Departamento de Genética Humana da Universidade de Manitoba, Canadá, e o pós-doutorado no Instituto Nacional de Pesquisa Médica em Mill Hill, Londres, Reino Unido.

Atualmente é professor titular do Departamento de Bioquímica e Imunologia e diretor do Laboratório de Genômica Clínica da UFMG. É também diretor científico do Gene — Núcleo de Genética Médica de Minas Gerais e da Gene-Genealógica Central de Genotipagem de Animais.

Mais informações: www.iea.usp.br

terça-feira, 17 de maio de 2011

Pesquisador diz que Johnny Depp é "primo" da rainha Elizabeth

O genealogista Nick Barratt contou ao tabloide britânico "Daily Mirror" que o ator Johnny Depp, 47, pode ter sangue real.

Segundo ele, o ator e a rainha Elizabeth II, da Inglaterra, são "primos em vigésimo grau", por meio de um ancestral comum.

A descoberta foi feita durante pesquisa para o programa "Who Do You Think You Are?", da BBC.

"Você tem que voltar 500 anos até chegar aos ancestrais dele que eram da realeza", diz.

"Acredito que há uma forte probabilidade de haver, de fato, uma ligação de Depp com a família real", contou. "No entanto, duvido que conseguiremos provar isso 100%". Veja mais (clique)

Fonte: Folha Online

terça-feira, 10 de maio de 2011

A genealogia nas “Ilhas de Zargo”

As “Ilhas de Zargo”, da autoria de Eduardo Pereira, são, desde a década de sessenta do século passado, uma das principais referências informativas sobre a realidade do arquipélago da Madeira. A obra em dois volumes, no original, a que foi acrescentada uma adenda da autoria de Ângela Borges Gonçalves e Rui Sotero Nunes, em 1990, faz o retrato histórico, geográfico, humano, cultural e sociológico das ilhas da Madeira e Porto Santo, não esquecendo as Desertas e as Selvagens.
Um dos capítulos, reúne o essencial sobre a genealogia, tendo ido beber às fontes disponibilizadas por vários genealogistas.As “Ilhas de Zargo”, da autoria de Eduardo Pereira, são, desde a década de sessenta do século passado, uma das principais referências informativas sobre a realidade do arquipélago da Madeira. A obra em dois volumes, no original, a que foi acrescentada uma adenda da autoria de Ângela Borges Gonçalves e Rui Sotero Nunes, em 1990, faz o retrato histórico, geográfico, humano, cultural e sociológico das ilhas da Madeira e Porto Santo, não esquecendo as Desertas e as Selvagens.
Um dos capítulos, reúne o essencial sobre a genealogia, tendo ido beber às fontes disponibilizadas por vários genealogistas. Clique para continuar

Fonte: madeiragenealogy

Comentários: Destas ilhas portuguesas vieram grande parte dos nossos antepassados. Essas ilhas são importantes para a história de nossa família ainda mais porque de lá, através de descendente de Martim Leme, herdamos o sobrenome. De outra ilha que é Madeira, da Ilha do Fayal veio a matriarca Júlia Maria da Caridade, conforme pesquisas do campanhense José do Patrocínio Lefort e do cambuquirense José Guimarães (Silva Lemes), bisavô de nossas vovós "Borges da Costa".

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Servidor Público, Bel em Direito, gosto de genealogia.