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Quem entra nessa de genealogia é preso pelos antepassados nos seus tempos e de lá não consegue mais sair!
Fazer pesquisas genealógicas e fazer uma viagem no tempo.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

AMARO DA SILVA LEMES

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Acima árvore genealógica feita pelo padre Rocha Branco (22/10/1923).
Amaro, um dos filhos de Vicente da Silva Leme e Escolástica Joaquina do Monte Casino (da Ribeira), como não se casou com a maioria dos seus irmãos com filhas de Manuel Borges da Costa e Ana Francisca de Jesus (neta de Júlia Maria da Caridade e Diogo Garcia)quase não aparece nos nossos estudos da árvore da Família Silva Lemes. O fato é que a obra "As quatro ilhoas" do primo José Guimarães, com base em pesquisas do pároco José do Patrocínio Lefort, trata mais da descendência das três irmãs vindas dos Açores que por um capricho da história trocaram o Uruguai, destino para elas traçadas pelo Rei de Portugal, para gerarem por aqui um grande tronco familiar do qual pertence, além de nós Lemes do Sul de Minas, os Junqueira, os Arantes e outras famílias.

Amaro da Silva Lemes que foi casado com Ana Luiza de Barros, deixou uma vasta descendência em nossa cidade que no entanto grande parte não herdou o seu sobrenome pois existem ligados geneticamente às suas filhas, que ainda estou pesquisando junto aos arquivos da Mitra Diocesana da Catedral de Campanha, base de dados da IJSUD.
Em nossa cidade existe uma grande família que assina Oliveira,descendentes de João de Oliveira e Ana Teodoro da Silva. Ana era filha de Amaro.

Desses Oliveira descendem várias pessoas que nunca imaginaram essa ascendência por que hoje não carregam o nosso sobrenome. Alguns até ouviam dos seus avós sobre essa possibilidade, como os "Lopes Manes", que como o Professor Francisco Manes.
E, foi com a ajuda de "Chiquinho Manes" que acabamos por nos empenhar e descobrir essas novas velhas ligações com os nossos ancestrais.
Descendem também desse Silva Lemes, alguns Paiva da vizinha cidade de Campanha e descendentes.
Os trabalhos ainda não estão concluídos. Mas, logo logo estarão à disposição dos nossos leitores e primos do Brasil e do exterior.

Amaro, diferentemente de muitos dos seus parentes, era um homem letrado para os padrões daqueles tempos, fins do Século XIX. Como prova, descobrimos que ele servia com Cassimiro Marciano da Costa, de auxiliar do pároco local transcrevendo e assinando os processos de casamento, principalmente aqueles que visavam apurar a consaguinidade que eram enviados às autoridades católicas superiores para deferimento.

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